“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que estás tão longe de me salvar, tão longe das palavras do meu gemido? Deus meu eu clamo a ti de dia, mas tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego. Contudo, tu és o Santo, entronizado entre os louvores de Israel. Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste. A ti clamaram e foram salvos; em ti confiaram, e não foram confundidos. Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo. Todos os que me vêem zombam de mim; estendem os lábios e meneiam a cabeça, dizendo: Confiou no Senhor, que o livre. Livre-o, pois nele tem prazer. Contudo, tu me tiraste do ventre; tu me preservaste, estando eu ainda aos seios de minha mãe. Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. Não te distancies de mim, pois a angustia está perto, e não há quem ajude. Muitos touros me cercam; fortes touros de Basã me rodeiam. Abrem contra mim as bocas, como um leão que despedaça e que ruge. Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram. O meu coração é como cera; derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força secou-se como um caco, e a língua se me apega ao paladar; tu me puseste no pó da morte. Cães me rodearam, o ajuntamento dos malfeitores me cercou, trespassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles vêem e me contemplam. Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sorte sobre a minha túnica. Mas tu, Senhor, não te distancies de mim; ó força minha, apressa-te
Em 1996 ganhei uma Bíblia de presente e no ano seguinte resolví lê-la. Escolhí começar pelos Evangelhos e logo fui tomada pela certeza do excepcional amor de Cristo. Liguei para uma amiga cristã dizendo que precisava de comunhão imediata com o Senhor Jesus e sua Igreja. Precisava aprender como servir e agradar a Alguém que me amou tão profundamente. Desde então continuo buscando estudar "o Livro" e reunir textos e experiências que tratam de temas diversos, abençoam e edificam.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Jesus - Paixão e Madeiro
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Is 53:5-6
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que estás tão longe de me salvar, tão longe das palavras do meu gemido? Deus meu eu clamo a ti de dia, mas tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego. Contudo, tu és o Santo, entronizado entre os louvores de Israel. Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste. A ti clamaram e foram salvos; em ti confiaram, e não foram confundidos. Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo. Todos os que me vêem zombam de mim; estendem os lábios e meneiam a cabeça, dizendo: Confiou no Senhor, que o livre. Livre-o, pois nele tem prazer. Contudo, tu me tiraste do ventre; tu me preservaste, estando eu ainda aos seios de minha mãe. Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. Não te distancies de mim, pois a angustia está perto, e não há quem ajude. Muitos touros me cercam; fortes touros de Basã me rodeiam. Abrem contra mim as bocas, como um leão que despedaça e que ruge. Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram. O meu coração é como cera; derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força secou-se como um caco, e a língua se me apega ao paladar; tu me puseste no pó da morte. Cães me rodearam, o ajuntamento dos malfeitores me cercou, trespassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles vêem e me contemplam. Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sorte sobre a minha túnica. Mas tu, Senhor, não te distancies de mim; ó força minha, apressa-teem socorrer-me. Livra a minha alma da espada, e a minha vida do poder do cão. Salva-me da boca dos leões; livra-me dos chifres dos bois selvagens. Declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação. Vós que temeis ao Senhor, louvai-o! Todos vós, descendência de Jacó, glorificai-o! Temei-o, todos vós, descendência de Israel! Pois não desprezou nem abominou a aflição do aflito; não escondeu dele o seu rosto, mas quando ele clamou, o ouviu. De ti vem o tema do meu louvor na grande congregação; pagarei os meus votos perante os que o temem. Os pobres comerão e se fartarão; louvarão o Senhor os que o buscam. Viva para sempre o vosso coração! Todos os confins da terra se lembrarão e se converterão ao Senhor; todas as famílias das nações adorarão perante ele, pois o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. Todos os opulentos da terra comerão e adorarão; todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele, como também os que não podem reter a própria vida. A posteridade o servirá; falar-se-á do Senhor às gerações futuras. Proclamarão a sua retidão ao povo que ainda há de nascer, pois ele o fez.” Salmo 22
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que estás tão longe de me salvar, tão longe das palavras do meu gemido? Deus meu eu clamo a ti de dia, mas tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego. Contudo, tu és o Santo, entronizado entre os louvores de Israel. Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste. A ti clamaram e foram salvos; em ti confiaram, e não foram confundidos. Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo. Todos os que me vêem zombam de mim; estendem os lábios e meneiam a cabeça, dizendo: Confiou no Senhor, que o livre. Livre-o, pois nele tem prazer. Contudo, tu me tiraste do ventre; tu me preservaste, estando eu ainda aos seios de minha mãe. Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. Não te distancies de mim, pois a angustia está perto, e não há quem ajude. Muitos touros me cercam; fortes touros de Basã me rodeiam. Abrem contra mim as bocas, como um leão que despedaça e que ruge. Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram. O meu coração é como cera; derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força secou-se como um caco, e a língua se me apega ao paladar; tu me puseste no pó da morte. Cães me rodearam, o ajuntamento dos malfeitores me cercou, trespassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles vêem e me contemplam. Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sorte sobre a minha túnica. Mas tu, Senhor, não te distancies de mim; ó força minha, apressa-te
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