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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Claro como água...

E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.
Gênesis 2:18

Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
Gênesis 2:24

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A MATEMÁTICA DO CASAMENTO

1) Um mais um = 1 - "os dois se tornam uma só carne"
2) Um mais um = 2 - "o casamento não anula a individualidade"
3) Um mais um = 3 - "o casamento é como um cordão de três dobras  
                                (Deus + marido + esposa).


Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Altomir

"Marido, não fale mal de seus pais e não permita q sua mulher fale mal deles. 
Esposa, faça o mesmo. Mantenha os pais fora!"

Altomir

"As melhores coisas da vida, não são coisas!"

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

"A ausência é o remédio do amor."

"A ausência é o remédio do amor." 
Antônio Vieira


Quando a convivência estiver demasiadamente insuportável, afastem-se um pouco, combinem isto. A distância é bom remédio que evitará o conflito (o grito, a agressão), fará cessar a inflamação do coração (acalmará), ajudará a por as idéias em ordem (e tomar decisões mais acertadas) e proporcionará o diálogo quando os ânimos voltarem a normalidade.

Não significa sumir sem que o cônjuge, ou os pais, ou irmãos, saibam onde está você (amado por eles), mas COMBINAR esta medida e manter contato durante a ausência para não gerar aflição pelo desconhecimento do seu paradeiro.

Ao que se ausenta e ao que fica, procura te cercar da Palavra de Deus e de pessoas, livros, palestras que possam aconselhá-lo para o bem, ou seja, para recuperar o equilíbrio na convivência em seu OIKOS. Busca identificar as causas do desequilíbrio e mudar sua prática de forma a contribuir para que haja harmonia, alegria e paz na tua casa.

Se todos cooperarem, cederem, mudarem pelo bem comum, O SENHOR TRIUNFARÁ e serão "mais que vencedores".

Antoine de Saint-Exupéry

"Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção."

Soube Que Me Amava


terça-feira, 2 de agosto de 2011

É bem melhor serem dois do que um...


Metade Sagrada


Sobre o amor


Isaac Newton

"Construímos muros demais e pontes de menos."

Maria Tereza Maldonado - Psicóloga

CASAMENTO E FORMAÇÃO DA FAMÍLIA
No contexto histórico, a livre escolha do cônjuge e o casamento por amor é um acontecimento recente. Ainda há sociedades em que são as famílias que elegem o par dos filhos. A escolha da pessoa com quem decidimos nos casar é complexa: há inúmeros motivos conscientes e inconscientes que atuam neste campo, além dos sonhos e das expectativas que esperamos que o cônjuge preencha.

Por todos esses motivos, no trabalho com casais é preciso focalizar a diferença entre o casamento sonhado e o casamento real, assim como a possibilidade de modificar as expectativas iniciais e fazer novos acordos de convívio, na medida em que o tempo passa e o ciclo vital do casal e da família atravessa transições e crises, numa teia de sentimentos e acontecimentos variados (amor, raiva, mágoa, decepções, traições, solidariedade, companheirismo, e muitas outras coisas).

Quando chega o primeiro filho (seja biológico ou adotado), acontece o nascimento da família. O impacto da maternidade e da paternidade é bastante significativo: o homem e a mulher gestam um novo aspecto da identidade pessoal. Assim como na formação do casal, fatores conscientes e inconscientes influem na busca do filho, seja em gestações planejadas ou acidentais. Como o homem e a mulher vão se ver e como vão ser vistos como pai e mãe? Quais as mudanças na sexualidade, na intimidade, na organização da rotina da casa, em decorrência da gravidez e dos primeiros meses após o nascimento? Como ficarão os relacionamentos com a família extensa (na difícil fronteira entre ajuda e interferência)? Como vão integrar as inevitáveis diferenças de estilos parentais (para educar e disciplinar os filhos)? Como conseguirão construir um equilíbrio entre a vida de casal e a vida parental?

Transições e crises constituem períodos marcantes de mudanças não só no ciclo vital do indivíduo, mas também no do casal e no da família. É necessário criar novos recursos para enfrentar a situação que se apresenta. O indivíduo, o casal e a família podem sair fortalecidos e enriquecidos das crises e transições, mas, por outro lado, há passagens que resultam em rompimentos dos vínculos, como no caso do término do casamento. O crescente número de divórcios e de novas uniões resultou na formação de novas organizações familiares e diferentes maneiras de viver um relacionamento amoroso estável, que nem sempre envolve a ida ao registro civil e nem sequer a coabitação.

Cada organização familiar tem características e desafios especiais, para alcançar o objetivo de formar um lar satisfatório. Quando o casal se separa e passa da organização familiar de pais casados para constituir dois lares uniparentais, o principal desafio é manter a sociedade parental e desfazer a sociedade conjugal, procurando uma convivência compartilhada entre mãe, pai e filhos. A separação não é necessariamente traumática para os filhos, mas é preciso evitar cair nas áreas de risco, que acontece quando o ódio e o desejo de vingança com relação ao ex-cônjuge fazem com que os filhos sejam colocados “no meio da linha de fogo”, intensificando os conflitos.

As novas uniões dos pais resultam na formação das famílias de recasamento, que enfrentam desafios especiais, tais como a dinâmica dos “filhos moradores” e dos “filhos visitantes”, as diferenças de valores, hábitos e maneiras de educar “os filhos dele” e os “filhos dela”, a dificuldade de delimitar fronteiras e acordos de convívio nos novos relacionamentos e nos contatos com os ex-parceiros de um de e outro.

Portanto, no trabalho com casais e famílias, é preciso ampliar a visão para entender o funcionamento peculiar das várias formas atuais de ser casal e de ser família para procurar, dentro da multiplicidade dessas organizações vinculares, o caminho para o convívio harmônico, mesmo em épocas de transições e de crises.

Maria Tereza Maldonado - Psicóloga

"Dizer com palavras o que apreciamos não é a única maneira de expressar nosso reconhecimento e admiração. O amor e o carinho são transmitidos pela doçura da voz, pelo olhar, pelo abraço afetuoso. Como é bom, depois de um dia cansativo, ganhar um abraço e um beijo carinhoso! Como é bom um dia-a-dia bem humorado, logo depois de acordar! Como é bom ganhar um sorriso num momento inesperado!

É importante buscar, no dia-a-dia do convívio familiar, esses pequenos momentos de paz, contentamento e amor. É verdade que as grandes mágoas se fazem com o acúmulo dos aborrecimentos miúdos e constantes; mas também é verdade que o amor, a aceitação e o gosto de estar junto são construídos a partir dos pequenos gestos afetuosos da rotina de cada dia."