e não tivesse amor, seria como o metal que soa
ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia,
e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,
e ainda que tivesse toda a fé,
de maneira tal que transportasse os montes,
e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna
para sustento dos pobres,
e ainda que entregasse o meu corpo
para ser queimado,
e não tivesse amor,
nada disso me aproveitaria.
O amor é paciente (sabe esperar, mantém a calma),
é benigno (propício, favorável, bondoso);
o amor não é invejoso
(não cobiça a felicidade alheia, levando a ferir a quem inveja);
o amor não trata com leviandade
(imprudência, procedendo ou julgando precipitadamente, sem refletir),
não se ensoberbece (não é presunçoso, arrogante, orgulhoso).
Não se porta com indecência,
não busca os seus interesses
(o interesseiro busca tirar vantagem sempre),
não se irrita (não se encoleriza, ira, enraivece facilmente),
não suspeita mal (não pré-julga, desconfia, fantasia, ciúma);
Não folga com a injustiça
(malícia, astúcia, engano, mentira –
não se vangloria da injustiça que fez o outro sofrer,
nem se alegra vendo alguém injustiçado por outro)
mas folga com a verdade
(mesmo que tenha que reconhecer o próprio erro e retratar-se);
Tudo sofre,
tudo crê,
tudo espera,
tudo suporta
(pois ama COM FÉ,
põe suas expectativas não na pessoa imperfeita,
mas na Perfeita Pessoa do Criador).
O amor nunca falha
(repita mais alto: o amor NUNCA falha – sempre vence.
Está difícil, está doendo: AME MESMO ASSIM);
mas havendo profecias, serão aniquiladas;
havendo línguas, cessarão;
havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito,
então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino,
sentia como menino, discorria como menino,
mas, logo que cheguei a ser homem,
acabei com as coisas de menino
(não se permita agir como criança carente e mimada,
o amor que queremos só em Deus o encontramos,
e se achamos esse amor, não nos perdemos em
infantilidades que só trazem dor
e poderemos ver o milagre do amor nascer e crescer,
a seu tempo).
Porque agora vemos por espelho em enigma,
mas então veremos face a face;
agora conheço em parte,
mas então conhecerei como também sou conhecido
(eis o desfecho de quem cultiva este AMOR COM FÉ,
encontrar o Autor do Amor
e quem sabe junto aos que amamos COM FÉ).
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor,
estes três, mas o maior destes é o amor
(a fé a a esperança, afinal,
são como âncoras que nos conduzem
ao verdadeiro amor,
aquele que não aprendemos nas fantasias românticas,
nem de possessão,
mas com DEUS) .
1Co 13:1-13
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